É bom estarmos apenas simplesmente felizes, é um bocadinho melhor sabermos que estamos felizes; mas compreender que estamos felizes e saber porquê e como, de que maneira, graças a que encadeamento de acontecimentos ou circunstâncias, sabê-lo e mesmo assim estarmos felizes, estarmos felizes no estar e no saber, bem, isso transcende a felicidade, isso é beatitude, e se possuímos algum bom senso devemos matar-nos ali, no momento, e acabar com o assunto.
em O Colosso de Maroussi (1941), Henry Miller, trad. Fernanda Pinto Rodrigues, Livros do Brasil, 1996
em O Colosso de Maroussi (1941), Henry Miller, trad. Fernanda Pinto Rodrigues, Livros do Brasil, 1996