3 de agosto de 2010

O extremo do prazer é a morte. Por isso é que somos indivíduos insatisfeitos. Enquanto existimos ambicionamos o orgasmo-limite, sem ousarmos perder a cabeça de modo a atingi-lo, e finalmente quando morremos, é uma morte de segunda categoria, porque a de primeira é para as beatíficas criaturas que pandilharam a noite para a encontrar.